systemdjournalctl: consultar o diário do systemdudevA computação móvel é geralmente associada a laptops, PDAs e telefones celulares (e ao intercâmbio de dados entre esses aparelhos). Os componentes de hardware móvel, como discos rígidos externos, discos flash ou câmeras digitais, podem ser conectados a laptops ou sistemas desktop. Vários componentes de software estão envolvidos em cenários de computação e alguns aplicativos são desenvolvidos para uso móvel.
O hardware de laptops difere do hardware de um sistema de desktop normal. Isso se deve a critérios como permutabilidade, requisitos de espaço e consumo de energia, que devem ser levados em conta. Os fabricantes de hardware móvel desenvolveram interfaces padrão, como PCMCIA (Personal Computer Memory Card International Association), Mini PCI e Mini PCIe, que podem ser usadas para estender o hardware de laptops. Os padrões englobam cartões de memória, placas de interface de rede e discos rígidos externos.
A inclusão de componentes de sistema com otimização de energia durante a fabricação de laptops contribui para a sua adequação ao uso sem acesso à rede elétrica. A contribuição desses componentes para a preservação de energia é, ao menos, tão importante quanto a do sistema operacional. O SUSE® Linux Enterprise Desktop suporta vários métodos que influenciam o consumo de energia de um laptop e possuem diversos efeitos sobre o tempo de operação durante o uso de energia da bateria. A lista a seguir está em ordem decrescente de contribuição para a conservação de energia:
Regulagem da velocidade da CPU.
Desativação da iluminação da tela durante pausas.
Ajuste manual da iluminação da tela.
Desconexão de acessórios não utilizados, habilitados para HotPlug (CD-ROM USB, mouse externo, placas PCMCIA não usadas, Wi-Fi, etc.).
Colocação do disco rígido em modo de espera quando inativo.
Você encontra informações detalhadas sobre o gerenciamento de energia do SUSE Linux Enterprise Desktop no Capítulo 28, Gerenciamento de energia.
Seu sistema precisa se adaptar a ambientes operacionais variáveis quando for usado para a computação móvel. Vários serviços dependem do ambiente, e os clientes subjacentes precisam ser reconfigurados. O SUSE Linux Enterprise Desktop administra esta tarefa para você.
Os serviços afetados no caso de um laptop que transita entre uma pequena rede doméstica e uma rede de escritório são:
Inclui a atribuição de endereço IP, a resolução do nome, a conectividade à Internet e a conectividade a outras redes.
Precisam estar presentes um banco de dados atual de impressoras disponíveis e um servidor de impressão disponível, dependendo da rede.
Assim como ocorre com a impressão, a lista dos servidores correspondentes precisa ser atual.
Se o seu laptop estiver temporariamente conectado a um projetor ou monitor externo, configurações de exibição diferentes precisam estar disponíveis.
O SUSE Linux Enterprise Desktop oferece várias maneiras de integrar laptops a ambientes operacionais existentes:
O NetworkManager é desenvolvido especialmente para rede móvel em laptops. Oferece meios para troca fácil e automática de ambientes de rede ou tipos de rede diferentes como banda larga móvel (por exemplo, GPRS, EDGE ou 3G), LAN wireless e Ethernet. O NetworkManager suporta criptografia WEP e WPA-PSK em LANs wireless. Ele também suporta conexões discadas. A área de trabalho do GNOME inclui um front end para o NetworkManager. Para obter mais informações, consulte a Seção 22.3, “Configurando conexões de rede”.
|
Meu computador… |
Usar NetworkManager |
|---|---|
|
é um laptop |
Sim |
|
algumas vezes está conectado a redes diferentes |
Sim |
|
fornece serviços de rede (como DNS ou DHCP) |
Não |
|
usa somente um endereço IP estático |
Não |
Use as ferramentas do YaST para configurar a rede sempre que o NetworkManager não deve gerenciar a configuração de rede.
Se você viaja bastante com seu laptop e sempre muda para tipos de conexões de rede diferentes, o NetworkManager funcionará muito bem quando todos os endereços DNS forem atribuídos corretamente com DHCP. Se algumas das suas conexões usarem endereço(s) DNS estático(s), adicione-as à opção NETCONFIG_DNS_STATIC_SERVERS em /etc/sysconfig/network/config.
O SLP (Service Location Protocol) simplifica a conexão de um laptop a uma rede existente. Sem o SLP, o administrador do laptop normalmente necessita ter conhecimentos detalhados sobre os serviços disponíveis em uma rede. O SLP transmite a disponibilidade de um determinado tipo de serviço a todos os clientes de uma rede local. Os aplicativos que dão suporte ao SLP podem processar as informações despachadas pelo SLP e podem ser configurados automaticamente. O SLP também pode ser usado para instalar um sistema, minimizando o esforço de procurar uma fonte de instalação adequada.
Várias áreas de tarefas especiais no uso móvel ficam a cargo de software dedicado: monitoração do sistema (especialmente a carga da bateria), sincronização de dados e comunicação wireless com periféricos e com a Internet. As seguintes seções apresentam os aplicativos mais importantes que o SUSE Linux Enterprise Desktop oferece para cada tarefa.
Há duas ferramentas de monitoramento de sistema incluídas no SUSE Linux Enterprise Desktop:
é um aplicativo que permite ajustar o comportamento relacionado à economia de energia da área de trabalho do GNOME. Normalmente, você pode acessá-lo em › › › .
O reúne os parâmetros mensuráveis do sistema em um ambiente de monitoramento. Por padrão, ele apresenta as informações de saída em três guias. mostra informações detalhadas sobre os processos que estão em execução, como carga da CPU, uso da memória ou número do ID e prioridade do processo. É possível personalizar a apresentação e filtragem dos dados coletados: para adicionar informações sobre um novo tipo de processo, clique no cabeçalho da tabela do processo e escolha qual coluna ocultar ou adicionar à tela. É possível também monitorar diferentes parâmetros do sistema em diversas páginas de dados ou coletar os dados de diversas máquinas em paralelo na rede. A guia mostra os gráficos da CPU, a memória e o histórico de rede, e a guia lista todas as partições e seu uso.
Ao alternar entre o trabalho em uma máquina móvel desconectada da rede e o trabalho em uma estação em rede em um escritório, é necessário manter a sincronização dos dados processados em todas as instâncias. Isso pode incluir pastas de e-mail, diretórios e arquivos individuais que precisam estar presentes tanto para o trabalho remoto como para o trabalho no escritório. A solução nos dois casos é a seguinte:
Use uma conta IMAP para armazenar seus e-mails na rede empresarial. Em seguida, acesse os e-mails da estação de trabalho usando qualquer cliente de e-mail habilitado para IMAP desconectado, como o Mozilla Thunderbird Mail ou o Evolution , conforme descrito no Guia do Usuário do GNOME. O cliente de e-mail precisa ser configurado de tal modo que as Mensagens enviadas sejam sempre acessadas da mesma pasta. Isso assegura a disponibilidade de todas as mensagens com informações sobre seu status após a conclusão do processo de sincronização. Use um servidor SMTP implementado no cliente de e-mail para enviar mensagens, em vez do sendmail ou postfix do MTA de todo o sistema para receber um feedback confiável sobre e-mails não enviados.
Existem diversos utilitários adequados para a sincronização de dados entre um laptop e uma estação de trabalho. Um dos mais usados é uma ferramenta de área de trabalho chamada rsync. Para obter mais informações, consulte a respectiva página de manual (man 1 rsync).
Com a enorme variedade de tecnologias wireless, Wi-Fi é a única adequada para a operação de redes grandes e, às vezes, até mesmo separadas geograficamente. Máquinas individuais podem se conectar entre si para formar uma rede wireless independente ou para acessar a Internet. Os dispositivos denominados pontos de acesso funcionam como estações de base para os dispositivos habilitados para Wi-Fi e atuam como intermediários no acesso à Internet. Um usuário móvel pode alternar entre pontos de acesso dependendo do local e de que ponto de acesso ofereça a melhor conexão. Como na telefonia celular, uma rede grande está disponível aos usuários de Wi-Fi sem os vincular a um local específico para acessá-la.
As placas Wi-Fi comunicam-se usando o padrão 802.11, preparado pela organização IEEE. Originalmente, esse padrão fornecia uma taxa de transmissão máxima de 2 MBit/s. Enquanto isso, vários suplementos foram adicionados para aumentar a taxa de dados. Esses suplementos definem detalhes como modulação, saída de transmissão e taxas de transmissão (consulte a Tabela 27.2, “Visão geral dos vários padrões de Wi-Fi”). Além disso, muitas empresas implementam hardware com recursos proprietários ou preliminares.
|
Nome (802.11) |
Frequência (GHz) |
Taxa de transmissão máxima (MBit/s) |
Nota |
|---|---|---|---|
|
a |
5 |
54 |
Menos sujeito a interferência |
|
b |
2.4 |
11 |
Menos comum |
|
g |
2.4 |
54 |
Disseminado, compatível retroativamente com 11b |
|
e |
2.4 e/ou 5 |
300 |
Comum |
|
ac |
5 |
até ~865 |
Expectativa de se tornar comum em 2015 |
|
ad |
60 |
até aprox. 7000 |
Lançado em 2012, atualmente menos comum; não suportado no SUSE Linux Enterprise Server |
As placas 802.11 legadas não são suportadas pelo SUSE® Linux Enterprise Desktop. A maioria das placas que usam 802.11 a/b/g/n é suportada. As placas novas geralmente são compatíveis com o padrão 802.11n, mas as placas que usam 802.11g ainda estão disponíveis.
Nas redes sem fio, várias técnicas e configurações são usadas para assegurar conexões rápidas, seguras e com alta qualidade. Na maioria dos casos, a placa Wi-Fi opera no modo gerenciado. Entretanto, tipos de operação diferentes precisam de configurações diferentes. É possível classificar as redes wireless em quatro modos de rede:
As redes gerenciadas têm um elemento de gerenciamento: o ponto de acesso. Neste modo (também chamado de modo infraestrutura ou padrão), todas as conexões das estações de Wi-Fi na rede são efetuadas por meio do ponto de acesso, que também pode funcionar como conexão com uma Ethernet. Para verificar se apenas as estações autorizadas poderão se conectar, vários mecanismos de autenticação (WPA, etc) são usados. Ele é também o principal modo que consome a menor quantidade de energia.
Redes ad-hoc não possuem um ponto de acesso. As estações se comunicam diretamente umas com as outras, portanto, uma rede ad hoc geralmente é mais lenta do que uma rede gerenciada. Entretanto, a faixa de transmissão e o número de estações participantes são muito limitados nas redes ad-hoc. Elas também não suportam autenticação WPA. Se você pretende usar segurança WPA, não convém usar o modo ad hoc. Saiba que nem todas as placas suportam o modo ad hoc de maneira confiável.
No modo master, a placa Wi-Fi é usada como o ponto de acesso, supondo que a placa suporte esse modo. Confira os detalhes de sua placa Wi-Fi em http://linux-wless.passys.nl.
As redes de malha wireless são organizadas em uma topologia em malha. A conexão de uma rede de malha wireless é distribuída entre todos os nós de malha wireless. Cada nó pertencente à rede é conectado a outros nós para compartilhar a conexão, possivelmente englobando uma grande área.
Como uma rede sem fio é muito mais fácil de interceptar e comprometer do que uma rede com fio, os vários padrões incluem métodos de autenticação e criptografia.
As placas Wi-Fi antigas suportam apenas WEP (Wired Equivalent Privacy – Privacidade Equivalente à de Redes com Fio). No entanto, como o WEP não se provou seguro, a indústria de Wi-Fi definiu uma extensão chamada WPA, que supostamente elimina as vulnerabilidades do WEP. O WPA, às vezes sinônimo de WPA2, deve ser o método de autenticação padrão.
Em geral, o usuário não pode escolher nenhum método de autenticação, na maioria dos casos. Por exemplo, quando uma placa opera no modo gerenciado, a autenticação é definida pelo ponto de acesso. O NetworkManager mostra o método de autenticação.
Existem vários métodos de criptografia para assegurar que pessoas não autorizadas não possam ler os pacotes de dados que são trocados em uma rede sem fio nem obter acesso à rede:
Esse padrão utiliza o algoritmo de criptografia RC4, originalmente com um tamanho de chave de 40 bits, posteriormente também com 104 bits. Muitas vezes, o tamanho é declarado como 64 bits ou 128 bits, dependendo da inclusão ou não dos 24 bits do vetor de inicialização. Porém, esse padrão tem algumas fraquezas. Os ataques contra as chaves geradas por esse sistema podem ser bem-sucedidos. Contudo, é melhor usar o WEP do que não criptografar a rede de maneira alguma.
Alguns fornecedores implementaram o “WEP Dinâmico” não padrão. Ele funciona exatamente como o WEP e compartilha os mesmos pontos fracos, exceto pelo fato de que a chave é mudada periodicamente por um serviço de gerenciamento de chave.
Esse protocolo de gerenciamento de chave definido no padrão WPA utiliza o mesmo algoritmo de criptografia do WEP, mas elimina sua fraqueza. Como uma nova chave é gerada para cada pacote de dados, os ataques contra essas chaves são infrutíferos. O TKIP é usado junto com o WPA-PSK.
O CCMP descreve o gerenciamento de chave. Normalmente, ele é usado na conexão com o WPA-EAP, mas também pode ser usado com o WPA-PSK. A criptografia acontece de acordo com o AES e é mais forte do que a criptografia RC4 do padrão WEP.
Entre todas as tecnologias wireless, o Bluetooth é a que possui o mais amplo espectro de aplicação. Ele pode ser usado na comunicação entre computadores (laptops) e PDAs ou telefones celulares, assim como o IrDA. Também pode ser utilizado para conectar diversos computadores dentro de uma extensão. O bluetooth também é usado para conectar componentes wireless do sistema, como um teclado ou mouse. Entretanto, o alcance dessa tecnologia não é suficiente para conectar sistemas remotos a uma rede. Wi-Fi é a tecnologia preferida para comunicação através de obstáculos físicos, como paredes.
O IrDA é a tecnologia wireless de menor alcance. As duas extremidades da comunicação precisam estar a uma distância visível uma da outra. Não é possível contornar obstáculos como paredes. Uma aplicação possível do IrDA é a transmissão de arquivos de um laptop para um telefone celular. O curto caminho do laptop para o telefone celular é coberto com o uso do IrDA. A transmissão de longo alcance do arquivo para o destinatário é efetuada pela rede móvel. Outra aplicação do IrDA é a transmissão wireless de serviços de impressão no escritório.
Em termos ideais, os dados contidos no seu laptop são protegidos de diversas maneiras contra o acesso não autorizado. Possíveis medidas de segurança podem ser tomadas nas seguintes áreas:
Sempre que possível proteja a integridade física do seu sistema contra roubo. Diversas ferramentas de segurança (como correntes) podem ser adquiridas em lojas varejistas.
Use a autenticação biométrica juntamente com a autenticação padrão por meio de login e senha. O SUSE Linux Enterprise Desktop suporta autenticação por impressão digital.
Dados importantes devem ser criptografados não apenas durante a transmissão, mas também no disco rígido. Essa medida assegura sua segurança em caso de roubo. A criação de uma partição criptografada com o SUSE Linux Enterprise Desktop está descrita no Chapter 11, Encrypting Partitions and Files, Security Guide. Outra possibilidade é criar diretórios pessoais criptografados ao adicionar o usuário com o YaST.
As partições criptografadas não são desmontadas durante um evento de suspender para disco. Assim, todos os dados contidos nessas partições ficarão disponíveis para qualquer pessoa que conseguir roubar o hardware e inicializar o disco rígido.
Qualquer transferência de dados deve ser segura, não importando como a transferência é feita. Para obter mais informações sobre problemas gerais de segurança referentes ao Linux e redes, consulte o Chapter 1, Security and Confidentiality, Security Guide.
O SUSE Linux Enterprise Desktop suporta detecção automática de dispositivos de armazenamento móveis por FireWire (IEEE 1394) ou USB. O termo dispositivo de armazenamento móvel se aplica a qualquer tipo de disco rígido FireWire ou USB, unidade flash USB ou câmera digital. Esses dispositivos são automaticamente detectados e configurados logo após serem conectados ao sistema pela interface correspondente. O gerenciador de arquivos do GNOME oferece manipulação flexível de itens de hardware móvel. Para desmontar esse tipo de mídia com segurança, use o recurso (GNOME) do gerenciador de arquivos. Para obter mais detalhes, consulte o Guia do Usuário do GNOME.
Assim que o disco rígido externo for corretamente reconhecido pelo sistema, seu ícone aparecerá no gerenciador de arquivos. Clique no ícone para exibir o conteúdo da unidade. É possível criar diretórios e arquivos aqui e editá-los ou apagá-los. Para mudar o nome original de um disco rígido dado pelo sistema, selecione o item de menu correspondente no menu que aparece ao clicar o botão direito do mouse no ícone. Essa mudança de nome é limitada à exibição no gerenciador de arquivos. O descritor através do qual o dispositivo é montado em /media permanece não afetado por isso.
Estes dispositivos são manipulados pelo sistema como discos rígidos externos. Também nesses dispositivos é possível renomear as entradas do gerenciador de arquivos.
As câmeras digitais reconhecidas pelo sistema também aparecem como unidades externas na visão geral do gerenciador de arquivos. É possível processar as imagens usando o F-Spot. Para o processamento avançado de fotos, use o GIMP. Para ver uma breve introdução sobre o GIMP, consulte o Chapter 18, GIMP: manipulando gráficos, Guia do Usuário do GNOME.
Tanto um sistema de desktop como um laptop podem se comunicar com um telefone celular via Bluetooth ou IrDA. Alguns modelos dão suporte aos dois protocolos; outros, somente a um dos dois. As áreas de uso dos dois protocolos e a extensa documentação correspondente já foram citadas na Seção 27.1.3.3, “Comunicação wireless: Wi-Fi”. A configuração desses protocolos nos telefones celulares é descrita nos respectivos manuais.
O ponto central de referência para todas as dúvidas relativas a dispositivos móveis e o Linux é http://tuxmobil.org/. Diversas seções desse site da Web tratam de aspectos de hardware e software de laptops, PDAs, telefones celulares e outros hardwares móveis.
Uma abordagem semelhante de http://tuxmobil.org/ é feita por http://www.linux-on-laptops.com/. Informações sobre laptops e dispositivos portáteis podem ser encontradas nesse local.
O SUSE mantém uma lista de discussão em alemão dedicada a laptops. Consulte http://lists.opensuse.org/opensuse-mobile-de/. Nesta lista, usuários e desenvolvedores discutem todos os aspectos da computação móvel com SUSE Linux Enterprise Desktop. As mensagens em inglês são respondidas, mas a maioria das informações dos arquivos está disponível somente em alemão. Use http://lists.opensuse.org/opensuse-mobile/ para ver postagens em inglês.